
Teste...
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por Morrocoy
* 10:33 PM
Comunico aos navegantes que estou encerrando as atividades deste espaço.
As razões, as mais simples: falta de leitores, comentários e interatividade, o que acarreta num desapontamento visceral e, em conseqüência, da desmotivação criativa.
Assim sendo, deixo meus bons desejos a todos os internautas que eventualmente passarem por aqui e os incito: leiam, e escrevam. Só faz bem.
Beijos no coração
Mariana Alza Spilborghs
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por Morrocoy
* 10:28 AM
É feriado.
Dia feliz.
E eu monografando.
E na internet, que só conectou depois da vigésimo-nona tentativa e de reiniciar umas quinze vezes.
A seguir, o livro "O Mestre das Iluminuras", de Brenda Rickman Vantrease (não consigo guardar o nome da criatura, só copiando do livro).
Acabei ontem, e me levou um mês. Mas que livro bom!
Basicamente: romance, intriga, religião e arte ambientado no século XIV, plena idade média.
Realidade: Muito além disso. A autora brinca muito, descreve muito, ambientaliza muito. Insere a gente no feudalismo de uma maneira que nunca vi em livro algum. Justamente uma era que, pelo menos para mim, é tão confusa. Tira o pó todo daquela coisa de "Séculos Escuros", tão disseminado por aí e mostra um aproximado de como seria o interior de uma casa senhorial, suas vantagens e seus problemas. Leva a gente a pensar como seriam certas coisas nos tempos em que muitos das mais elementares invenções humanas que temos hoje simplesmente não existiam.
Mistura personagens reais com fictícios, mas entrelaçando tudo tão delicadamente que a gente não tem como desconfiar de quem realmente existiu, e quem não. Nos identifica com eles, nos põe no lugar deles a cada decisão. E, o que mais gostei, descreve cada cena com uma relação de causa e efeito que não conseguimos contestar.
Lindo, lindo, lindo. Para quem gosta de história, é claro.
Recomendo mesmo. Não sou crítica literária, não tenho autoridade para dizer o que quer que seja de um livro, mas acredito no meu critério de leitora assídua. Afinal, que mais do que isso precisa para comentar um livro?
É isso aí, aproveitem o feriado e tenham essa dica de leitura. Até!
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por Morrocoy
* 3:07 PM
No meio de tantas monografações pelo menos encontro tempo para alguma outra coisa.
Sachezinhos perfumados feitos de meias rasgadas, por exemplo.
Mas ainda é a monografia minha principal ocupação. Quando o Word não trava, pelo menos. Mas graças a Deus existe o Open Office para me ajudar.
A orientadora diz que vai bem, e foge para a Europa. Não que me afete demais, afinal... para que existe o e-mail?
E o frio não tá a fim de muita trégua. Por que? Devia?
E a faculdade aceitou meus papéis estrangeiros há quatro anos, quando me matriculei. Mas na hora de liberar para a formatura, barrou. Eu já estou acostumada à rejeição, mas... mais pepinos para resolver é o que NÃO estou precisando no momento.
Dia dos namorados chegando, aniversário também (só faltam dez dias!), entrega do TCC também, defesa e formatura também. Bom, estas duas ainda estão um pouco longe, mas mesmo assim estão se aproximando.
E eu vou continuar, senão não sai nem tcc, nem formatura, nem diploma nem nada.
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por Morrocoy
* 9:59 AM
Monografia, monografar, tac, tac, tac, tac, tac (barulho de teclinhas de computador).
Ufffffffffff!
Etapas das últimas 2 semanas:
Internet falhando, internet caiu, internet não levanta mais, módem vai pro pau, comprar módem novo, internet sem vontade de funcionar, internet finalmente funcionando.
Iupiiiiiii!!!
Hoje 20 dias para entregar. Soube que tem prorrogação pra mim e mais duas outras sortudas, mas não quero utilizá-la. São mais 15 dias que poderia estar já tranqüila e procurando emprego, não terminando a monografia ainda. Então, fico com o prazo velho e só utilizo a prorrogação em caso de absolutérrima necessidade.
Dia 25 de julho, minha defesa. Se o bom Deus quiser, é claro.
Medo medo medo medo medo.
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por Morrocoy
* 8:55 AM
Frio, frio, frio.
E mais frio, frio e frio.
Acreditem, o inverno chegou.
Monografia avançando. Hoje, precisamente 41 dias para a entrega final-finalíssima.
E eu me torturando voluntariamente contando regressivamente os dias. Adoro fazer isso, numa mistura de masoquismo com estímulo próprio.
Enfim...
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por Morrocoy
* 9:09 PM
Livros, livros, livros...
Fui, com calma, conferir as novidades da VI Feira de rua do Livro de Florianópolis.
Assim, não tem taaaantas coisinhas boas de se descobrir como em anos anteriores. Os livros "novos" estão caros e as edições antigas não chamam a atenção. Sinceramente, já esteve melhor outras vezes.
Mas enfim, cometi uma extravagância e comprei "O mestre das Iluminuras", que promete ser bem bom. Sobre a Idade Média na Europa. Ainda é muito cedo para emitir uma opinião, afinal só li umas duas páginas.
Também comprei um livrinho mais econômico, "Alice no país do espelho", numa edição de bolso.
E a edição de bolso de "Um dia daqueles", que fazia anos-luz que estava querendo comprar. Mais para comprar alguma coisa que agradasse o exigente gosto de uma garotinha de dois anos, na figura da Fernanda. E ela gostou mesmo dos bichinhos.
E é só, porque a grana não é muita. Mas fiquei na vontade de trazer pra casa também vários outros achadinhos que não estavam muito ao meu alcance. Livros sobre Moda não comprei nenhum: sabe, não tenho estômago para comprar livros de Moda. Queria o "Beleza do século", mas não achei. E o "Moda do século" estava muito caro e não vale a pena tanto.
Dos outros, nada que valesse. Eu é que não vou gastar 80 reais num livro escrito pela Lílian Pacce. Nem em sonho!
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por Morrocoy
* 9:48 PM
Mais uma semana e a internet com dificuldades existenciais de novo.
Do que adianta, digam-me vocês, pagar banda larga para ter tempo de jogar free-cell enquanto abre um mísero site?
Hunf!
Feriado bom é outra coisa. Torrar no sol por preguiça de pegar protetor solar é só pra gente fina, meu bem.
E os primeiros friozinhos chegando à ilha. E com eles, também minhas perebas de todo ano: a maioria das pessoas desenvolve perebas no verão, pois eu no inverno.
A dermatite já se manifestou (fazia uns dois anos que não tinha) e meu lábio não dá conta de absorver manteiga de cacau.
Mesmo assim, continuo achando o inverno um charme. E esse ano tenho mais luvas para desfilar por aí.
Atualização: Graças ao Super Galgo to the rescue a velocidade voltou ao normal, e eu prossigo com esse vício chamado internet. Brincadeira, cada vez que falo: "Bom, agora chega, vou dormir!" Lembro de mais um site que queria dar uma olhada ou de uma conta de e-mail que ficou sem revisar.
Evento do mês: Feira do livro, que começou hoje e vai até dia 12. Programaço para aqueles que, como eu, se alimentam de livros (pessoalmente, com maionese ficam uma delícia!). Já fui conferir as novidades hoje, rapidinho porque já estava atrasada pro trabalho e de salto naquelas pedras de rua, pedindo para levar um tombo ou quebrar o salto. Mas graças ao bom Deus, nada disso aconteceu. E já vi várias coisinhas interessantes que amanhã verei de novo com mais calma. Hummm, livrinhos novos!
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por Morrocoy
* 11:53 PM
Congratule-me.
Ontem, às 19 h encerrei, acho que definitivamente, a pesquisa para a monografia, com direito a alívio e sensação de dever cumprido.
Agora só falta a parte principal, ou seja, ficar quieta na frente do computador, concentrar e escrever alguma coisa plausível para concluir o curso.
Acredite se quiser:
Ontem, logo após encerrada a pesquisa, voltava eu alegremente e perdida em pensamentos longíquos. Chovia e eu estava com um guarda-chuva emprestado da loja.
Tão longe estava que não me dei conta quando entrei no terminal de ônibus, sorriso no rosto, feliz e contente e... de guarda-chuva aberto!
Acho que caminhei uns vinte metros sob o teto, na plataforma dos ônibus, e de guarda-chuva. Quando me dei conta tratei de fechar logo e ver se alguém havia reparado na minha trapalhada, mas não deu tempo, um velhinho sentado num banco observou:
-Ei moça, aqui não tem chuva!
-Sim, sim¿ foi o único que consegui falar, com o rosto púrpura de vergonha - que esperta eu, né?
E fui embora, rindo sozinha.
Tem coisas que só acontecem comigo!
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por Morrocoy
* 11:24 AM
Responda rápido:
Qual é pior: quando a orientadora não aparece ou quando simplesmente avisa às 19 h que vai adiantar a tua orientação para amanhã mesmo?
Hunf!
Daqui a pouco, encontro com a fera.
Novidades culturais: Ontem assisti a um concerto da Orquestra Sinfônica de Santa Catarina. Achei lindíssimo, desde meu pobre olhar de leiga. Tchaikovski (assim se escreve?), Carlos Gomes e mais um compositor nacional que me foge agora. Ótimo programa.
E lindo mesmo foi ver que o teatro estava lotado. Gente até nos corredores, sentada nas escadas.
Mais um bichinho pra vocês:
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por Morrocoy
* 9:16 AM
Mais uma semana que começa...
Adeus, lindo domingo de paz...
Olá, segunda-feira paranoica.
E eu tentando bolar um release para o concurso.
E nem toquei a monografia hoje.
Vou chamá-la só de 'mono', tá?
Ontem fui com o Rafa no shopping novo, que é o Iguatemi. Como vocês talvez saibam e talvez não, a rede Iguatemi é famosa por ser majestosa, faraônica, colossal.
Pois este não é diferente.
O tipo de shopping que parece mais aristocrático, sabe?
Assim, com placas de mármore por fora e letreiros gigantes indicando as lojas principais (gigantes mesmo, tamanho 2 homens de pé), arvorezinhas redondas marcando as portas, ponto de táxi próprio, etc.
E zilhares de pessoas lá dentro. Gente, gente, gente pra tudo quanto é lado.
Mas é bonito até. Bem bonito. Não sei se hei de comprar alguma coisa por lá, tem cada uma loja de marca, daquelas que costumam estar vazias o tempo inteiro. Sei não.
Mas nunca se sabe.
Enfim, pelo menos mais um lugar pra nóis passear agora que o inverno está mais próximo.
Esqueci de dizer que achei estes binitinhos num site. Não são uma gracinha?
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por Morrocoy
* 10:04 AM
Ai ai... levantei relativamente cedo (quase dez num domingo é relativamente cedo, a partir de agora) para digitar um pouquinho de monografia, mas...
Tô até agora em blogs conhecidos, fotologues e outros. Ai ai... irresponsabilidade é feio!
Além do mais estou com um resfriado acompanhado de dor de garganta daquela que da muita sede. Isso cansa, cansa, cansa...
Desejem-me melhoras.
Ou não.
Não sei o que vale mais a pena.
Terminei de ler: "O diário de Anne Frank", que já tinha lido outras vezes. É bom, de vez em quando, reler livros que lemos há alguns anos. A visão do mundo muda, a nossa mente muda e o texto parece outro. Em especial quando é um livro emocionante e que conta uma história real (para quem não conhece a história, Anne Frank era uma garota judia que se refugiou com a família num prédio em Amsterdam durante a caçada nazista. Ficaram no refúgio por dois anos até serem descobertos e levados para campos de concentração, vindo finalmente a morrer pouco antes do final da guerra. O único que se salvou da família foi o pai, que publicou alguns anos depois o diário que a filha escrevia enquanto estavam escondidos. É tocante, muito tocante e recomendo a todos que gostam de histórias reais).
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por Morrocoy
* 11:57 AM
Hoje tomei coragem e levantei de um pulo às 6:30 da madrugada. Fazia tempo que não fazia isso, mas se queria levantar de uma vez e não perder a hora era absolutamente necessário.
Tomei todas as providências para chegar à faculdade antes das 8 e meia, horário da orientação. Pois bem, 8 e quinze estava lá. Mas...
Quem disse que a orientadora apareceu?
NADA!!!
Esperar por ela a manhã inteira foi lindo. Bem lindo. Ela nem apareceu e nem se deu ao trabalho de deixar o celular ligado ou pelo menos ficar dentro da área de cobertura. Eu, hein!
Bom, acontece que não era bem isso que queria contar hoje.
Foi um dia bem atípico. Eu sei que ultimamente ir até a faculdade tem se tornado atípico, mas hoje foi ainda diferente.
Sabe, quando você vai e toma as providências necessárias para deixar um lugar? Se despede?
Primeiro, depois de verificar que a orientadora não havia dado o ar de sua graça, fui até a responsável pelos diplomas (que havia ligado pra mim) e entreguei uns papéis que faziam falta. Tratar de trâmites referentes ao diploma me deu a primeira noção de que "estou deixando aquele lugar". Primeiro abalo.
Depois, já no horário do almoço, fui até o restaurante e encontrei...
... minha primeira chefe! Sim, aquela com quem trabalhei no setor de provas, na minha primeira bolsa de trabalho, antes mesmo de virar recepcionista. Recordações emocionadas, porque fazia perto de uns dois anos que não via a cidadã. Segundo abalo.
Finalmente, já indo embora, decidi passar para ver meu armário. Afinal, todos os anos a administração manda recado para que cada "dono" recadastre seu armário, sob pena de este lhe ser destituido, e ainda não fizeram nenhum anúncio este ano. Ou fizeram e eu não sei. Bom, fui ver se o coitado não tinha sido arrombado ainda, mas ele estava lá, o 224, esquecidinho no corredor da música. Abri. Só havia lá dentro um papelzinho velho e um folder das Lojas Americanas com data do dia dos pais, que eu tinha deixado há tempos.
Para que quero mais esse armário? Nem estou freqüentando mais a faculdade mesmo, só vou de quando em quando para as orientações, e num descuido eles podem decretar recadastramento, deduzir que meu armário está sem uso e arrombá-lo. Para quê?
Então tirei o cadeado, guardei na bolsa e me despedi do armário. Deixei lá o papelzinho velho e o livrinho das Americanas, pro próximo "dono" (ou deveria dizer "posseiro")?
Terceiro abalo.
Como podem ver, foi um dia atípico, como já disse antes. Estou nostálgica hoje, eu sei. Mas é o fim de um ciclo, e isso sempre dá uma dorzinha.
Mais ainda: é o fim de um ciclo que me leva a um monte de subdivisões. Cheguei ao patamar onde continuar estudando é apenas uma opção, dentre outras. As decisões estão um pouquinho mais sérias, e isso, pra uma criança grande como eu, é difícil.
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por Morrocoy
* 11:06 PM
Tenho orientação amanhã e não fiz a metade do que prometi solenemente que faria (a promessa não foi para mim mesma, como devia ter sido -sua burra!- e sim para minha orientadora, que vai querer meu fígado fritinho no alho e óleo).
E ainda agora, nas últimas horas que tenho disponíveis e que poderia estar refletindo e escrevendo, não consigo me concentrar. Escrevo duas palavras, paro, lembro daquele site que preciso ver, do orkut, do e-mail, de checar o messenger... tudo, menos o trabalho.
Oh Deus, por que está custando tanto???
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por Morrocoy
* 8:50 PM
Depois de tanta propaganda e algumas promessas que me deixaram com cara de político:
(não vão achar que é um comentário de algum crítico renomado. É só o que eu achei do livro, na minha humilde opinião de leitora fagócita. Sem presunção.)
"Mulheres" - Eduardo Galeano
Primeiro vou dizer que estou muito feliz em poder falar deste livro por duas razões: porque ele é muito bom e porque simpatizo com o escritor, que é uruguaio como eu.
Tenho que dizer que já gostava muito dele mas só agora, depois de ter saído do país é que me dei ao trabalho de comprar uma edição de algum livro de Galeano. Talvez só agora esteja madura o suficiente para apreciar esse tipo de obra, enfim.
O livro é simplesmente belo por ser uma homenagem às mulheres. E uma homenagem lindíssima, emocionante, de uma veracidade e pureza que realmente deixam a gente emocionada. São mulheres de todas as Américas, mulheres que foram simplesmente esquecidas pela história, seja por serem anônimas, seja porque esta é contada sempre por homens, seja pelo mito do herói masculino, seja porque nas diferentes épocas em que as histórias se desenrolam o papel feminino não tinha, em absoluto, direito de ser.
É um livro que identifica as mulheres pelo primeiro nome e lhes reconhece os feitos e os méritos. Vai desde as indígenas, pela época colonial e as lutas de independência e até o período da ditadura. E são histórias reais, de mulheres reais, com rostos de verdade e algumas até conhecidas, como a poetisa Delmira Agustini.
E tem uma coisa a mais, que me fez refletir esses dias enquanto lia no ônibus alguns dos relatos que falavam de ditadura e supressão dos direitos: pensava que há 30 anos, provavelmente eu seria presa se tentasse ler um livro assim no ônibus. E foi por coisas como essa que as Mulheres de Galeano mataram e morreram.
Simplesmente recomendo. Para mulheres e para homens, uma visão diferente da história que sempre nos contaram. Muito comovente.
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por Morrocoy
* 11:05 AM